quarta-feira, 09 de junho, 2021

Produção industrial tem queda em 9 das 15 regiões pesquisadas, aponta IBGE

A produção industrial registrou queda, na passagem de março para abril, em 9 das 15 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram os dados divulgados nesta quarta-feira (9).
As quedas mais acentuadas foram registradas na Bahia, onde o recuou chegou a 12,4%, e na região Nordeste, com recuou de 7,8%. Já a maior alta foi registrada no Amazonas, que teve crescimento de 1,9%, na segunda alta consecutiva.
No resultado geral do país, a produção da indústria recuou 1,3% em abril, na terceira queda mensal consecutiva após nove altas.
No resultado geral do país, a produção da indústria recuou 1,3% em abril, na terceira queda mensal consecutiva após nove altas.
- AM e RJ tiveram bom desempenho no setor de petróleo
Embora o setor de petróleo tenha prejudicado o desempenho de diversas indústrias locais em maio, no Amazonas e, sobretudo, no Rio de Janeiro, foram beneficiados pela atividade.
O Amazonas teve a segunda taxa positiva consecutiva, acumulando ganho de 11% no bimestre. "No estado, o setor de derivados de petróleo apresentou bom desempenho", destacou o IBGE.
Já alta de 1,5% na produção do Rio de Janeiro foi a principal influência positiva do resultado nacional. De acordo com o IBGE, o resultado fluminense foi "impulsionado pelo setor extrativo, mais especificamente, a extração de petróleo".
- 12 locais com alta na comparação interanual
Em relação a abril de 2020, mês de maior tombo da indústria nacional, 12 dos 15 locais pesquisados registraram alta na produção, segundo o IBGE. O ganho da indústria nacional foi de 34,7% nesta base de comparação.
Segundo o gerente da pesquisa, Bernardo Almeida, os resultados positivos foram influenciados pela baixa base de comparação, já que o setor industrial foi bastante pressionado, em abril de 2020, pelo isolamento social por conta da pandemia da COVID-19.
Amazonas (132,8%) e Ceará (90,2%) tiveram os maiores avanços. Paraná (55,1%), Rio Grande do Sul (53,8%), Santa Catarina (50,5%) e São Paulo (45,5%) também registraram taxas acima da média da nacional. Outros locais que apresentaram alta foram Minas Gerais (32,5%), Pernambuco (31,4%), Espírito Santo (26,1%), região Nordeste (20,2%), Rio de Janeiro (10,3%) e Pará (6,0%).
Dentre os três locais que registraram taxa negativa, a Bahia (-10%) teve a maior queda, seguida por Goiás (-8,7%) e Mato Grosso (-2%).
G1 - 09/06/2021
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