terça-feira, 14 de junho, 2016

Venda de antissépticos bucais aumentou 4,6%

O Brasil é um dos países que mais valoriza a saúde e a estética bucal. O mercado de higiene oral brasileiro é o terceiro maior do mundo. Fica atrás apenas dos EUA e China. Entre as categorias que mais crescem, está o antisséptico bucal. Só no ano passado movimentou R$ 368,4 milhões, uma alta de 4,6% sobre 2014, segundo a fabricante J&J.
Os principais shoppers de enxaguatórios são mulheres – elas representam 66% das vendas –, na faixa etária de 30 a 49 anos. A classe B é a maior consumidora do produto. Responde por 60% das compras. A frequência média de compras é de uma vez ao mês. A cada ida à loja, uma embalagem é adquirida. Ainda de acordo com a J&J, os critérios de decisão do shopper na hora de adquirir antisséptico bucal são marca, benefícios (como branqueamento e tratamento para sensibilidade), preço e sabor.
A fabricante recomenda expor produtos de higiene oral próximo aos itens para banho. O antisséptico deve abrir a exposição, seguida por fios, escovas e cremes dentais. Dentro das marcas, a organização dos SKUs deve começar por aqueles com mais benefícios e finalizar com os mais básicos. A J&J orienta ainda a adequar o número de frentes ao giro dos antissépticos.
Vale lembrar que o produto não faz parte da lista de compras do shopper. Por conta disso, é interessante realizar exposição casada com categorias como sabonetes e cremes dentais. A ideia é lembrar o consumidor da necessidade de comprar o enxaguatório.
Supermercado Moderno
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