quarta-feira, 30 de novembro, 2016

Carne suína movimenta R$ 40,3 bi nos frigoríficos

A suinocultura movimentou R$ 149,8 bilhões entre o campo e a mesa, no ano passado, segundo estudo encomendado pela ABCS (Associação Brasileira de Criadores de Suínos) e pelo Sebrae à consultoria Markestrat e à FEA/USP de Ribeirão Preto (SP). Somente as vendas pelos frigoríficos do País foram responsáveis por R$ 40, 3 bilhões, dos quais 93% em vendas domésticas. Entre os produtos suínos, a linguiça fresca foi a que registrou maior faturamento em 2015 - R$ 5,8 bilhões.
aixo consumo
Embora o Brasil seja o sexto maior consumidor mundial de carne suína em termos absolutos, a média de 15 quilos da proteína consumida anualmente por cada brasileiro, ainda é considerada baixa. Nos Estados Unidos, por exemplo, a média é 27,9 quilos; na Alemanha, 53,5 quilos, e em Hong Kong, 60,4 quilos. Aumentar o consumo interno de carne suína é, simultaneamente, um desafio e uma grande oportunidade, segundo o estudo.
De acordo com informações do estudo, o baixo consumo no Brasil pode ser explicado pela menor disponibilidade de cortes suínos em comparação ao que ocorre com as carnes bovina e de frango. Mas também há fatores culturais. A carne suína é considerada gordurosa por muitos brasileiros. Nos últimos anos, no entanto, as campanhas publicitárias têm ajudado a alterar esse quadro, e a carne suína vem sendo mais demandada nos lares do país. Além disso, os preços mais elevados da carne bovina muitas vezes estimulam a migração do consumo para a carne suína.
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